Memórias de um Morto, de Hjalmar Bergman – Sinopse e Primeiras Páginas

Posted on 05/05/2011


Hjalmar Bergman (1883 – 1931) é considerado um dos maiores escritores suecos do século XX. Autor de inúmeras obras literárias, todas elas vistas como exemplos perfeitos de uma literatura sobretudo assente nas preocupações existenciais que, com ironia, uma vincada carga simbólica e a mestria narrativa que lhe é característica, delineiam e tornam único, e extraordinariamente moderno, o seu estilo pessoal.

Memórias de um Morto segue os esforços de Jan Arnberg, personagem principal do romance, para escapar à maldição que recaía sobre a sua família há já várias gerações.

«Posso estar presente durante horas sem que ninguém repare em mim. E, de repente, torno-me o ponto focal do olhar de todos, as pessoas falam comigo, louvam-me, fazem-me realizar truques. Perdi o meu nome, o meu nome de família. Sou apenas o Jan. Um belo nome curto para um cão.»

Memórias de um Morto – Primeiras Páginas

(clicar para ler)

Título: Memórias de um Morto

Autor: Bergman, Hjalmar

Tradução: João Reis

Data de Publicação: maio de 2011

 ISBN: 978-989-8443-07-6

326 páginas, brochado, formato A5, impresso em papel IOR 80g

Ficção Estrangeira: Romance

PVP: 18,02€

«O elevado grau de exigência que marca a sua escrita só vem tornar ainda mais recompensadora a leitura de Memórias de um morto. Nesta verdadeira elegia do fracasso, o romancista prova que a fatalidade ou a desolação podem constituir, como é o caso, a argamassa ideal para a construção de cenários ficcionais cativantes. Incensado na Suécia como um dos maiores autores do século XX, Hjalmar Bergman permanece desconhecido em Portugal junto da esmagadora maioria dos leitores. Uma falha que a publicação de Memórias de um morto pela Eucleia Editora vem colmatar parcialmente.»

Sérgio Almeida, Jornal de Notícias

«Este livro é a reafirmação do estilo de escrita de Hjalmar Bergman, repartido entre o enfoque na individualidade grotesca das personagens, o enquadramento social agreste e o fatalismo existencialista.»

Susana Nogueira, Os Meus Livros

«Por trás das suas preocupações existencialistas, Hjalmar Bergman não perde nunca a oportunidade para exercer a ironia, como o faz neste romance ao parodiar a sociedade de consumo americana (…). Mas é sobretudo a mestria narrativa de Bergman, pejada de imaginativa carga simbólica e de ironia, que torna este romance uma obra singular e que o eleva à categoria dos livros que não se deixam prender à época em que foram escritos.»

José Riço Direitinho, Ípsilon (Público)

«Denso e complexo, este é um livro que exige muito ao seu leitor, não apenas no acompanhamento do enredo e das suas múltiplas personagens, mas principalmente a nível emocional. Mas é precisamente a presença do fracasso sem redenção, essa sombra de derrota absoluta que inevitavelmente se insinua, mesmo nos breves laivos de esperança, que fica, finalmente, na memória.»

Carla Ribeiro, blogue As Leituras do Corvo

Recensões:

Ípsilon de 8 de julho de 2011 (por José Riço Direitinho).

(Clicar para aumentar.)

Também pode ser lida seguindo este link: Memórias de um Morto no Ípsilon

Jornal de Notícias de dia 1 de julho de 2011, por Sérgio Almeida (também pode ser lida seguindo este link:Memórias de um Morto no blogue Babel – JN) :

Revista Os Meus Livros de julho de 2011:

Blogue As Leituras do Corvo: http://asleiturasdocorvo.blogspot.com/2011/06/memorias-de-um-morto-hjalmar-bergman.html

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