“Quanto mais depressa ando, mais pequena sou”, de Kjersti Annesdatter Skomsvold – Sinopse e Primeiras Páginas

Posted on 21/10/2011


Título: Quanto mais depressa ando, mais pequena sou

Autor: Kjersti Annesdatter Skomsvold

Tradução: João Reis

Data de Publicação: outubro de 2011

ISBN: 978-989-8443-13-7

144 páginas, brochado, formato A5, impresso em papel IOR 90g

Ficção Estrangeira: Romance

PVP: 14,31 €

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Kjersti Annesdatter Skomsvold nasceu em 1979, em Lutvann, perto de Oslo, onde cresceu. Este é o seu primeiro romance e com ele venceu o Prémio Tarjei Vesaas para primeira obra, em 2009.

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Mathea nunca foi boa a lidar com pessoas, excetuando o seu marido Epsilon. Agora que é uma idosa, começa a aterrorizar-se com a ideia de morrer sem que ninguém se tenha apercebido da sua existência. Um brilhante romance de estreia que se lê de um fôlego, com um invulgar sentido de humor e uma extraordinária capacidade para prender e comover o leitor.

“Uma excelente estreia literária!”
NRK

“Um belo romance sombrio sobre a inescapável solidão do ser humano. Uma tragicomédia de rara qualidade.”
Stig Sæterbakken

“Um fascinante pequeno romance que toca o seu coração de um modo adorável e não sentimental.”
Dagens Næringsliv

Quanto mais depressa ando, mais pequena sou é uma belíssima pérola de romance de estreia.”

Weekendavisen

“Esta estreia norueguesa domina tanto o cómico quanto o mórbido. Um romance surpreendente e encantador sobre a peculiar vida de uma peculiar mulher.”

Litteratursiden

“Uma tragédia comovente que o fará rir em alto e bom som… um livro terrivelmente engraçado sobre a solidão e a morte.”

Silje Bekeng, Klassekampen

Romance vencedor do Prémio Tarjei Vesaas 2009

Quanto mais depressa ando, mais pequena sou – primeiras páginas

(Clique no link acima para ler as primeiras páginas.)

“Neste brilhante livro de estreia, viaja-se até à «última estação antes da morte» (p.129). Quanto mais depressa ando, maispequena sou é um romance que alia uma narrativa rigorosa, de escrita impecável, a uma análise sem dó nem piedade das circunstâncias mais frágeis da vida.”

Hugo Pinto Santos, Time Out Lisboa

«Estreia literária, prémio revelação e uma excelente surpresa para o leitor português. (…) é uma delícia! O mesmo adjetivo se pode usar para todo o livro, tragicomédia que nos lembra que “a nossa necessidade de consolo é impossível de satisfazer”, a que acresce aquela inevitável estranheza que nos causa sempre a literatura que vem do frio. Imperdoável passar ao lado.»

Ana Cristina Leonardo, Atual (Expresso)

“O livro tem uma estrutura narrativa muito invulgar. Surpreendente, mesmo. Arrebata e não deixa de maravilhar a cada novo capítulo. Quanto mais depressa ando, mais pequena sou é um livro muito sério. Mesmo sério. No entanto, cheio de humor e com uma prosa inusitada simplesmente deliciosa. Apesar de assentar na morte, num misto de horribilidade e fascínio, não tem um pingo de indulgência. Parece desconcertante, mas tudo encaixa.”

Sandra Gonçalves, Diário Digital

“Com um estilo de escrita muito próprio e um equilíbrio bastante interessante de momentos curiosos com uma mensagem global algo triste, há toda uma reflexão sobre a vida do indivíduo e a sua interacção (ou falta de) com a sociedade. Algo que se divide entre a necessidade de se dar a ver ao mundo e o medo de se revelar. E é isso o que mais marca, terminada a leitura: a reflexão sobre a mortalidade e, perante esta, o que somos e o que quereríamos ser.”

Carla Ribeiro

Recensões:

Time Out Lisboa (por Hugo Pinto Santos):

(Clique para aumentar.)

Suplemento Atual, do jornal Expresso, do dia 14 de janeiro de 2012:

(Clique na imagem para a aumentar.)

Recensão no Diário Digital (por Sandra Gonçalves). Pode ser lida aqui: Quanto mais depressa ando, mais pequena sou no Diário Digital

Recensão no blogue As Leituras do Corvo (por Carla Ribeiro): Pode ser lida aqui: Quanto mais depressa ando, mais pequena sou no As Leituras do Corvo

Entrevista à autora Kjersti Annesdatter Skomsvold no suplemento Ípsilon do jornal Público de dia 23 de dezembro de 2011. Também pode ser lida no Ípsilon online: Entrevista a Kjersti Annesdatter Skomsvold no Ípsilon:

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